O pintor britânico David Hockney revelou ao
jornal The Daily Mail que usa o iPhone para pintar. O fato não é segredo, já que há uma nova exposição em Londres com trabalhos produzidos no aparelho celular de Hockney.
Apesar de ter o aparelho há apenas quatro meses, o artista já conseguiu transformá-lo num grande conjunto de palheta e tela que abriu diversas e novas possibilidades para o seu trabalho. “Eu gosto de desenhar flores à mão no iPhone e mandá-las para os meus amigos, então eles recebem flores frequinhas. E minhas flores duram muito mais!”, declarou o artista, empolgado com a aquisição, em entrevista.
Porém, o uso de tecnologias para fazer arte não é novidade para Hockney. Ele já utilizou fax e Polaroid para fazer colagens e em 1985, desenhava com um programa de computador chamado Quantel Paintbox.
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Neste mês de fevereiro, faz 22 anos que o papa da pop arte, o estadunidense
Andy Warhol faleceu. Para relembrar o artista, referência da arte contemporânea, imagens de obras de Warhol estão navegando pelos celulares dos EUA.
A
Airbone Mobile Inc, empresa dos EUA líder em telefonia móvel, anunciou um acordo com
A Fundação Andy Warhol pelas Artes Visuais. O tratado permitirá que trabalhos de Warhol estejam disponíveis para celulares dos EUA e do Canadá.
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Já vimos por aqui artistas usando aplicativos do iPhone para produzirem. Apesar do uso da tecnologia ainda ser polêmico na arte, é provável que muitos criadores se interessem pela seguinte novidade:
Pixi. O aplicativo permite que o usuário crie espirais de movimentos e cores diversas de acordo com o movimento dos dedos na touchscreen do iPhone. A graça é praticar bastante para personalizar cada vez mais os resultados das ferramentas disponibilizadas pelo Pixi. Saiba mais sobre as possibilidades do aplicativo neste
link.
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A arte e o pensamento ecológico estão cada vez mais próximos. Artistas têm se utilizado dos resíduos do consumismo exacerbado para produzir peças incríveis. É esse o caso da escultura do estadosunidense Rob Pettit. Ela foi feita com 5.000 celulares usados ou quebrados. Uma solução muito criativa para esses aparelhos, que apesar de muito úteis em nossa vida cotidiana, causam imenso estrago quando descartados no meio-ambiente. A escultura está à venda na loja virtual Esty por $3 mil.

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As inscrições para o Festival CEL.U.CINE de Micrometragens para celulares já acabaram. Porém, quem não enviou seu vídeo vai poder conferir a exibição dos 3 vencedores e de outros 27 selecionados no 41° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e se inspirar para a próxima edição. O tema dos vídeos, que poderiam chegar a até 3 minutos, foi “Figuraça”, com o objetivo de registrar pessoas que surpreendem no dia-a-dia. O Festival termina dia 25 de novembro e acontece no Cine Brasília.
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O
Sesc SP terá uma agenda intensa neste mê de outubro. Além da 32° Mostra Internacional de Cinema que acontece no Cinesesc, há ainda a Mostra Sesc de Artes que acontece desde amanhã até dia 18 de outubro. São 80 atrações de todos os cantos do globo dividas entre música, teatro, literatura, música, artes visuais e artemídia.
Arte mídia pode ser um termo estranho num primeiro momento. Mas fica fácil entender tomando como exemplo o
projeto Literatura Celular, incluso na Mostra Sesc de Artes. O objetivo aqui é manter leitores em contato com a literatura, mesmo que na correria do dia-a-dia. Cadastrando-se no
site, os usuários recebem, a partir de 8/10, micro-contos de até 180 caracteres produzidos por diversos escritores selecionados pelo Sesc. Ferréz, Moacyr Scliar, Mário Bortolotto, Marcelo Rubens Paiva, Paulo Lins Lirinha e Verônica Stigger são alguns dos nomes que aparecerão na telinha dos usuários três vezes por dia.
A idéia, já existente no Japão, propõe uma aproximação da cultura digital com o nosso dia-a-dia. O envio das mensagens não tem qualquer tipo de custo, o único requisito é ter celulares das operadoras Vivo e Claro. Eu já me cadastrei e estou muito ansiosa pelas pílulas literárias que virão por aí!
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Primeiro escritor alemão a ser convidado a uma FLIP (Festa Literária de Parati), Ingo Shulze é considerado uma das maiores revelações literárias da última década. O autor recebeu o prêmio de melhor livro de ficção na Feira de Leipzig de 2007 por seu mais recente livro, “Celular: 13 histórias à maneira antiga”, uma coletânea de contos.
Nele, o celular é símbolo de um mundo moderno e acelerado que nos torna irremediavelmente comunicáveis. O aparelho traduz a exclusão de fatores importantes para o desenvolvimento humano como a solidão e o silêncio.
Nos contos, os personagens, sob constante tensão, tentam fugir a essa felicidade artificial, repleta de fragmentações . O autor se fixa em histórias cotidianas que podem revelar as profundezas da existência humana. Uma epifania cotidiana narrada com muita leveza, bom-humor e à maneira antiga.
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Precursor da ficção científica, Júlio Verne talvez não imaginasse que seus trabalhos literários pudessem ser lidos em algum lugar que não fossem livros. Porém, Júlio gostava muito das inovações tecnológicas, e, certamente, adoraria ver que sua biografia e alguns de seus textos estão disponíveis para acesso em palm tops no e-book "Works of Jules Verne".
Nele, pode-se buscar por palavras e frases, fazer anotações, sublinhar e ler o melhor da literatura clássica onde quer que você esteja!
Algum dos títulos mais conhecidos do escritor são : “A volta ao mundo em oitenta dias” e “Viagem ao centro da Terra”. Esses dois romances e muitos outros estão no e-book, à venda na Handango por US$ 5,99.
Confira a lista completa dos textos no link abaixo
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